Seleções usaram quase todas as substituições possíveis em Copa intensa
29 Jun, 2026
Resumo As seleções usaram praticamente todas as substituições de jogadores disponíveis na primeira fase da Copa 2026. É o que mostra um levantamento da Fifa (Federação Internacional de Futebol) após a conclusão da primeira fase. O grupo técnico da entidade vai fazer uma análise do torneio em uma entrevista nesta segunda-feira. Em média, os técnicos dos 48 times optaram por fazer 4,77 trocas de jogadores por jogo. Isso representa praticamente o máximo possível, visto que são cinco trocas permitidas por jogo. É preciso lembrar que o número pode aumentar no caso de concussões. Pelos menos três times utilizaram 25 dos 26 jogadores disponíveis no elenco, casos de Iraque, México e Noruega. Esses dados mostram como a convocação ganhou em importância, pois os times não ficam restritos aos titulares com trocas constantes. Em termos ofensivos, a Fifa apontou que houve 215 gols na primeira fase, média de quase três por partida. A cada jogo, um time tem que arrematar em torno de oito vezes no gol para fazer um tento, o que dá a média de 24,6 finalizações por partida. A Bélgica foi o time que mais finalizou na Copa, com um total de 73. Lembremos que o time de De Bruyne perdeu uma série de gols diante da Nova Zelândia. Só o Panamá não fez gols. Mais uma vez, a Espanha lidera em passes por jogo: o time deu 2.191 no total, o que dá em torno de 730 por jogo. Em geral, uma partida tem 946,7 passes na Copa, considerando os dois times. As equipes completaram 68.162 passes durante a fase de grupos, com uma média de 946,7 por partida. A Espanha liderou a competição com 2.191 passes, dos quais 2.013 foram corretos. Registrou-se um total de 2.359 cruzamentos certos durante a fase de grupos, com o Canadá na liderança da tabela com 117. Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.