Heróis (e vilões) da DC que se tornaram Lanternas
7 Sep, 2026
4–7 minutos O anel de poder dos Lanternas Verdes, assim como os demais artefatos do Espectro Emocional, seleciona indivíduos específicos que dominam a frequência energética de suas respectivas luzes. No entanto, ao longo da cronologia da DC Comics, heróis e vilões externos a essas corporações intergalácticas precisaram empunhar os anéis temporariamente para enfrentar crises cósmicas. De Batman a Supergirl, no vídeo de hoje falamos sobre os principais heróis que já se tornaram lanternas. Batman (Tropa Sinestro) Durante a “Guerra dos Anéis”, um anel amarelo da Tropa Sinestro procurou ativamente por Bruce Wayne em Gotham. O artefato rastreou a capacidade do vigilante de instilar terror profundo no submundo do crime, tentando recrutá-lo à força para a tropa, embora o herói tenha conseguido rejeitar o controle mental do anel. Apesar de recusar o recrutamento oficial, Batman reteve a posse de um anel amarelo e o armazenou secretamente dentro da Batcaverna. Ele utilizou esse armamento anos depois, durante a saga “Vilania Eterna”, empunhando a luz do medo temporariamente como um recurso tático extremo para combater o Anel Energético e enfrentar a ameaça global do Sindicato do Crime. Mulher-Maravilha (Safiras Estrelas) A Mulher-Maravilha possui uma conexão com o espectro emocional direcionada pela luz violeta. Durante os eventos da saga “A Noite Mais Densa”, Diana Prince foi inicialmente corrompida por um anel da Tropa dos Lanternas Negros, sendo controlada pelas forças necromânticas de Nekron devido à sua ressurreição prévia na cronologia. Para libertá-la do controle mental, um anel das Safiras Estrelas a rastreou no campo de batalha. O artefato canalizou o sentimento de amor que a heroína possui pela vida no universo, transformando-a temporariamente em uma guerreira violeta e rompendo a ligação letal com a luz negra. Flash (Tropa dos Lanternas Azuis) A capacidade de inspirar esperança é uma característica central nas histórias de Barry Allen, o que o tornou um candidato primário para a Tropa dos Lanternas Azuis. No ápice do confronto contra os mortos-vivos no espaço, a entidade Adara e o Guardião Ganthet aprovaram o recrutamento emergencial do velocista. Ele operou como um Lanterna Azul provisório, combinando sua conexão natural com a Força de Aceleração aos construtos curativos do anel. Lex Luthor (Tropa dos Lanternas Laranjas) A cobiça de Lex Luthor encontrou equivalência na luz laranja, operada quase que exclusivamente por Larfleeze. Quando a invasão dos Lanternas Negros forçou as corporações do espectro a dividirem seu poder para gerar patrulheiros temporários, Luthor foi selecionado pela energia da avareza. Consumido pela fome irracional induzida pela entidade Ofídio, o vilão perdeu o foco na ameaça principal. Ele passou a atacar os próprios aliados no campo de batalha com o objetivo central de roubar os anéis das outras tropas, demonstrando a influência destrutiva do anel laranja sobre a mente do hospedeiro. Supergirl (Tropa dos Lanternas Vermelhos) Diferente dos recrutamentos rápidos de emergência, a transformação de Kara Zor-El em uma Lanterna Vermelha abrangeu um arco narrativo completo na fase dos Novos 52. Consumida pelo luto e pela revolta de ter perdido o planeta Krypton, a heroína foi rastreada por um anel vermelho e integrada à corporação de Atrocitus. Ela necessitou de treinamento extensivo sob a supervisão do Lanterna Guy Gardner para conseguir raciocinar sob a influência constante da raiva. A personagem precisou dominar sua própria fúria para se libertar da dependência biológica e do controle mental que o anel de sangue exige de seu usuário. Mera (Tropa dos Lanternas Vermelhos) A Rainha de Atlântida, Mera, também já foi uma Lanterna Vermelha. Durante a proliferação da luz negra na Terra, Mera presenciou Aquaman ser reanimado como um cadáver sob o controle das forças sombrias, o que gerou um estado de fúria extrema. Esse ódio canalizado a tornou apta para a Tropa dos Lanternas Vermelhos durante o protocolo de crise. Ela operou como uma combatente da luz vermelha, expelindo plasma corrosivo para incinerar hordas de inimigos e proteger as linhas de defesa restantes do planeta. Espantalho (Tropa Sinestro) O psiquiatra Jonathan Crane dedicou sua vida a induzir o terror, mas o uso contínuo de toxinas o tornou clinicamente imune ao sentimento de medo em si mesmo. Durante a Noite Mais Densa, um anel amarelo identificou sua prática absoluta sobre essa emoção. Ele foi recrutado emergencialmente para a Tropa Sinestro, o que restaurou temporariamente sua capacidade biológica de sentir pavor. Crane atuou ao lado das forças unidas utilizando construtos de medo puro, até que seu anel fosse roubado por Lex Luthor durante o conflito. Arqueiro Verde (Tropa dos Lanternas Verdes) Oliver Queen experienciou o peso prático do anel de poder esmeralda durante a minissérie “Lanterna Verde: Renascimento”. Para se defender de um ataque direto em um momento de vulnerabilidade, ele foi forçado a utilizar temporariamente o artefato pertencente a Hal Jordan. O herói conseguiu disparar um único construto em formato de flecha. O ato exigiu um nível de concentração mental e força de vontade tão alto que resultou em exaustão física imediata, comprovando que a luz verde drena rapidamente os recursos vitais de usuários não treinados. Eléktron (Tribo Índigo) A atuação científica e heroica de Ray Palmer é fundamentada na empatia e na disposição irrestrita para consertar problemas estruturais e ajudar indivíduos. Devido a essa natureza compassiva, a Tribo Índigo o identificou como um hospedeiro adequado para a sua corporação durante o colapso gerado por Nekron. O herói recebeu um anel e um cajado índigo, assumindo a função de conduíte tático na linha de frente. Ele utilizou a capacidade específica da luz da compaixão para replicar as frequências das outras tropas ao seu redor, suprindo as falhas operacionais da resistência no campo de batalha. Superman (Tropa dos Lanternas Brancos) O Superman foi diretamente impactado pelo espectro emocional devido ao seu histórico público de morte e ressurreição. Durante o ataque inicial de Nekron, Kal-El foi temporariamente dominado por um anel negro, tornando-se uma ferramenta letal no exército dos mortos-vivos. No clímax do conflito, o despertar da Entidade da Vida na Terra gerou a luz branca da criação. O herói foi rastreado por essa energia primordial, tornando-se um Lanterna Branco provisório para combater as forças entrópicas e auxiliando diretamente na restauração do equilíbrio cósmico e biológico da DC Comics. Leia também sobre Lanternas: Siga o O Vício no Google e não perca nada sobre Cultura Pop! 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