Ray-Ban Meta Gen 3 vs Gen 2: o que muda nos novos óculos inteligentes?
26 Sep, 2026
Resumo Nesta semana, aconteceu o Meta Connect 2026, evento anual da big tech para apresentar suas novidades de hardware e IA. O grande destaque ficou por conta dos óculos inteligentes, segmento em que a empresa nada de braçada. O que chamou a atenção foi a variedade: agora há Ray-Ban Meta com câmera, sem câmera, com display e até um novo dispositivo de realidade virtual de US$ 1.299 (R$ 6.370 na conversão). Entre as novidades está o Ray-Ban Meta Audio, primeiro modelo da linha sem câmera. Ele mantém microfones, alto-falantes e Meta AI para ouvir música, atender chamadas e conversar com a assistente, mas elimina justamente a parte que ainda deixa muita gente desconfortável: andar por aí com uma câmera no rosto. Terceira geração do Ray-Ban Meta O já conhecido modelo com câmeras chegou à terceira geração. Mas, para quem está pensando em comprar um Ray-Ban Meta agora, surge uma dúvida importante: Gen 2 ou Gen 3? A nova Gen 3 traz até nove horas de bateria, seis microfones, um botão configurável e novos formatos de armação. Também vai ganhar suporte a áudio espacial Dolby Atmos. Só que isso não significa que a Gen 2 ficou ultrapassada de uma hora para outra. Ela ainda entrega praticamente a mesma experiência central: câmera, áudio aberto, Meta AI e boa parte dos novos recursos de software anunciados pela empresa. Além disso, o novo agente de IA Muse também estará disponível na geração anterior. Na prática, a Gen 3 parece mais uma evolução do que uma reinvenção. A bateria melhora em cerca de uma hora, o conjunto de microfones evolui e há alguns refinamentos de hardware, mas dificilmente isso torna a Gen 2 obsoleta. Na parte estética, a terceira geração também traz o clássico formato aviador da Ray-Ban para o mundo dos óculos inteligentes. E a boa notícia é que a Gen 3 já chegou oficialmente ao Brasil. E o futuro da realidade virtual? Outra novidade importante do Connect foi o Meta VR Glasses, dispositivo que tenta entregar uma experiência de realidade virtual próxima à de um headset tradicional, mas em um formato muito mais leve, com cerca de 100 gramas. Ele traz telas micro-OLED, rastreamento dos olhos e das mãos e consegue rodar o catálogo do Quest. Só que ainda depende de um módulo externo para bateria e processamento. O preço anunciado foi de US$ 1.299, com lançamento previsto para 2027. Ou seja, ele ainda não chega para substituir o Quest como opção mais acessível para entrar na realidade virtual. Pelo contrário, ajuda a mostrar para onde a Meta quer levar essa categoria no futuro. Se a ideia é experimentar VR hoje, os modelos da linha Quest continuam sendo a porta de entrada mais direta para o ecossistema da Meta. Enquanto isso, o Ray-Ban Meta Display, aquele que coloca uma tela diretamente na lente, também ganhou novos recursos, como navegação e até os chamados "hologramas" para chamadas de vídeo. Por enquanto, no entanto, ele continua sem previsão de lançamento para o Brasil. Óculos inteligentes da Meta Quer saber mais sobre eletrônicos, produtos de casa, de beleza e achadinhos do momento? Fique de olho na nossa curadoria de ofertas: no Monitor de Ofertas UOL, no nosso Canal do WhatsApp e nos vídeos do TikTok (@guiadecompras_uol). Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.